5 comentários em “Será que as pessoas sabem mesmo o que querem?

  1. Adorei o post, eu chego aqui, cheia de dúvidas e me deparo com esse artigo! Faz tempo que eu flerto com a ideia de me tornar submissa, mas tenho tantos medos receios, dúvidas! Vou considerar o final do seu post um convite para abrir meu coração (isso foi bem brega rsrsrs), pode ser? Eu tenho uma difícil contradição para lidar. Eu sou uma pessoa relativamente independente, teimosa e um pouco orgulhosa. Eu nunca aceitei que um namorado me dissesse que roupa usar ou como me portar e etc. Pelo contrário, se alguém me incomodar muito em relação a um comportamento é ai que eu faço. Para complicar as coisas, eu simpatizo com o feminismo, então defendo a liberdade da mulher para que ela seja o que quiser, não para realizar o homem mas para se realizar. Mas a gente não escolhe as fantasias que tem né? Pensar em uma relação em que eu esteja totalmente entregue a vontade de uma pessoa me excita muito Eu já tentei negar, mas eu tenho uma fantasia muito forte com isso, e acho que tentar negar só piorou as coisas. Ai estou nesse dilema: não tenho muito prazer numa relação baunilha, mas também não sei se consigo me adequar ao papel de submissa. Ai eu tentando conciliar as duas coisas leio um post sobre submissão e feminismo mas a longa discussão nos comentários só me deixam mais confusa. Umas falando que podemos encarar a submissão como um escolha ( teu escolhi ser submissa por que é assim que eu me realizo), outras falando que até isso é um tipo de orgulho e que tem que ser quebrado. Enfim, pensar em ser submissa me dá muito prazer, mas ao mesmo tempo muito receio e uma sensação não muito agradável. Por isso ainda estou receosa de tentar. Gostaria muito de conversar com pessoas experientes, também aceito indicações de leituras
    meu e-mail é : rehistoriare@gmail.com
    abraços e desculpa pelo texto gigantesco.

    • Renata, tentei mandar um e-mail para vc com algumas reflexões que tenho para compartilhar e o e-mail parece errado. Pode confirmar? Obrigado!

    • Renata, temos muito a conversar acredito rs. Sou feminista ativa, participo de muitos coletivos e pesquisas acadêmicas dentro da área, e quando resolvi pela primeira vez entrar nesse mundo eu me revoltava com muitas coisas que via. Até hoje tenho muitas duvidas e não sei bem como resolve-las.

      Vou te enviar um e-mail para conversarmos mais.

      Beijos.

  2. Boa tarde! Muito interessante o texto. A vida é feita de escolhas, encontros e desencontros. Não existe um mapa ou roteiro para seguir. Então, viver é isso: arriscar. Isso torna tudo mais excitante. Mas quando encontramos o que queremos, o coração se enche de alegria. Gostei da dica. Obrigada. Alessandra.

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s