Chicotes de montaria (e as “guascas”)
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Método |
Posição do escravo |
Técnica |
Motivação básica |
Advertência |
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Chicoteamento nas nádegas e/ou na parte interna das coxas. |
Em pé, atado a um gancho no teto, com ou sem barra de separação de braços e de pernas. Corpo arcado para frente e amarrado no banco de punições. Deitado na maca de massagens ou na cama. Em posição de castigo (tórax encostando no chão ou na cama) e nádegas “empinadas”, com as pernas separadas. |
As batidas com os chicotes de montaria são de intensidade sempre variável, dependendo da punição a ser administrada. Gosto de usar a “guasca” na parte interna das coxas e a “guasca” pequena para punições genitais. O chicote “inglês” de treinamento de cavalos é interessante porque permite batidas fortes e rápidas nas nádegas e nas coxas do escravo, que se assemelham a finas picadas de abelhas, conforme depoimento dos escravos. E sua haste flexível ainda pode ser usada como uma “vara”. |
Geralmente reservo os chicotes de montaria para punições mais severas e/ou para deixar marcas na pele das nádegas do escravo. Quando as batidas são fortes, o escravo pode reclamar ou gemer. Aconselha-se aí o uso de mordaças. Outra vantagem do chicote de montaria é o de poder se atingir, com boa precisão, mais vezes um mesmo local (uma batida sobre a outra) aumentando a intensidade da dor. |
Fora das nádegas e da parte interna da coxa, utilizo o chicote de montaria para os mamilos, com ou sem presilhas atadas nestes, e para os genitais (nesse caso mais como efeito psicológico). |
Açoites ou “Flogs”
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Método |
Posição do escravo |
Técnica |
Motivação básica |
Advertência |
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AÇOITAMENTO CORPORAL |
Em pé, atado a um gancho no teto, com ou sem barra de separação de braços e de pernas, mas oferecendo todo o corpo à ação do açoite. |
As batidas são de intensidade sempre variável, iniciando-se as menores para aquecimento. Os movimentos são feitos nos dois sentidos das mãos - anterior e posterior - como nas batidas da raquete num jogo de tênis - direita e esquerda. |
Aquecimento do corpo do escravo para castigo mais intenso posteriormente. Para demonstração da habilidade da Dominadora, especialmente quando é realizado com dois açoites iguais, simultaneamente e com ambas as mãos. |
Evite sempre a região do rosto do escravo. Lembre-se que algumas tiras do açoite poderão atingir os olhos. Com açoites mais pesados evite a região dos rins. |
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AÇOITAMENTO GENITAL |
Em pé ou deitado, preferencialmente de frente, com as pernas bem abertas, expondo os genitais. É bastante conveniente amarrar as mãos e os pés do escravo. Uma ótima posição é prender os pulsos aos tornozelos do mesmo lado, com o escravo deitado. |
Utilizo geralmente um “flog” pequeno, capaz de fazer rápidos movimentos circulares. Mas também uso chicotes “duros” como os de montaria (com batidas suaves) ou uma “guasca” pequena. Os genitais podem estar livres, mas prefiro amarrá-los antes, separando os testículos. Outro fator que pode ser adicionado para aumentar o castigo é a colocação de presilhas (uso as “frutinhas”) na pele dos genitais. |
Além de ser uma punição para erros graves, tem um efeito psicológico muito acentuado na demonstração do poder da Dominadora sobre o escravo. O homem tem uma relação muito forte com seus genitais (até muitos tem apelidos ou nomes para o pênis) e este estar à mercê da Dominadora representa uma forte entrega do poder á Mulher. |
Cuidado com batidas fortes e/ou repetidas sobre os testículos e sobre o pênis, especialmente quando ereto. Lembre-se que os tecidos dos genitais são muito delicados e sensíveis, e uma Dominadora não quer estragar o seu “brinquedo”. |